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16 de fev de 2013

O Lado Bom da Vida - Matthew Quick

Sinopse: Pat Peoples, um ex-professor de história na casa dos 30 anos, acaba de sair de uma instituição psiquiátrica. Convencido de que passou apenas alguns meses naquele “lugar ruim”, Pat não se lembra do que o fez ir para lá. O que sabe é que Nikki, sua esposa, quis que ficassem um "tempo separados". Tentando recompor o quebra-cabeças de sua memória, agora repleta de lapsos, ele ainda precisa enfrentar uma realidade que não parece muito promissora. Com seu pai se recusando a falar com ele, sua esposa negando-se a aceitar revê-lo e seus amigos evitando comentar o que aconteceu antes de sua internação, Pat, agora um viciado em exercícios físicos, está determinado a reorganizar as coisas e reconquistar sua mulher, porque acredita em finais felizes e no lado bom da vida. À medida que seu passado aos poucos ressurge em sua memória, Pat começa a entender que "é melhor ser gentil que ter razão" e faz dessa convicção sua meta. Tendo a seu lado o excêntrico (mas competente) psiquiatra Dr. Patel e Tiffany, a irmã viúva de seu melhor amigo, Pat descobrirá que nem todos os finais são felizes, mas que sempre vale a pena tentar mais uma vez. Um livro comovente sobre um homem que acredita na felicidade, no amor e na esperança.

Fiquei com vontade de ler o livro logo após assistir o trailer do filme, então pensei: "Só vou assistir depois de ler".
O livro é escrito em 1ª pessoa e é superbacana saber como o Pat Peoples se sente.


Ele é um cara de trinta e poucos anos que tenta acabar com o "tempo separados", que nada mais é do que o tempo que a Nikki (sua "esposa") está dando.
Pat faz de tudo para se tornar uma pessoa melhor, e muitas vezes demonstra uma certa inocência. Ele dá gorjetas para os garçons, começa a ler livros que Nikki gosta, tenta ver o lado bom da vida, segue o lema de: “Melhor ser gentil do que ter razão” e é viciado em exercícios físicos e tudo isso, com a intenção de ser um homem melhor para Nikki.


Ele não se lembra de alguns fatos do passado, ficou 4 anos internado no hospital psiquiátrico (lugar ruim) e não entende o motivo de todos evitarem falar sobre Nikki, o que deixa-o furioso muitas vezes. Não, espera aí, o que deixa-o extremamente furioso é Kenny G, o cara vira uma fera.
Pat – e outros personagens masculinos do livro – são fanáticos por futebol americano, são torcedores do Eagles (aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah) e há vários capítulos sobre isso, bom, vi que isso desagradou muita gente, mas pra mim não foi TÃO chato, foi tranquilo.



Ah, preciso alertar que Pat ao ler os livros (que Nikki gosta e indica aos seus alunos) ele também dá muito spoiler hahaha, então... Fiquem espertos! ^^
Tiffany faz com que Pat participe com ela de um concurso de dança para pessoas com depressão, e essa parte é engraçada.



Ah, quem é Tiffany?
Tiffany é uma personagem que também tem problemas psicológicos, mas nunca chegou a ficar internada, como Pat. Preciso dizer que gostei muito dela S2 Ela faz toda a diferença no livro. ^^




Gostei bastante do livro e teve vários momentos que ri dos diálogos entre Pat e Tiffany.

Indico o livro.




Ok, ao terminar de ler o livro superfeliz e contente, assisti o filme logo em seguida. E...
Pra queeeeeeeee mudar TANTA coisa? Fiquei bem desapontada, pois enquanto lia o livro, pensava: “Nossa, essa parte no filme vai ficar legal” e para a minha surpresa, mudaram MUITA COISA. Sei que não dá pra seguir 100% do livro, mas... caramba, até o Pat que tinha uma personalidade mais inocente no livro ficou bem mais agressivo no filme e... ah! O segredo sobre o que acontece com Nikki (que só é revelado lááá perto do final do livro) é contada já no começo do filme, ou seja, quem pretende ler o livro, por gentileza, não assista o filme 1º.

Pat com o saco de lixo, exatamente como é no livro e Tiffany seguindo-o.

Confesso que Bradley e Jennifer estão lindos, são atores maravilhosos e fiquei feliz por eles estarem no filme (mesmo que Tiffany no livro tenha mais de 30 anos, mas não importa, sou fã da Jennifer ^^).
A personalidade do pai de Pat é beeeeeeeeeem diferente do que é descrito no livro, o vício de Pat por exercícios físicos não é explorado no filme e... nossa, mudaram muita coisa.
E aquele polícial babaca? affff.... ¬¬'


Pat superfã dos Eagles (camiseta).


Fiquei desapontada com o filme, pois o filme baseado no livro que criei na minha cabeça ficou BEM melhor. E também tinha Bradley e Jennifer como personagens (foi bom assistir o trailer antes de ler ^^).
Bom, indico o filme também, lógico, está até concorrendo ao Oscar e tal, mas indico mais ainda o livro.
Cansei de escrever.

Beijos,

Nat.


Trailer:


Minha opinião é igual ao do blogueiro do "Minha Estante":



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