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27 de abr de 2017

Mau humor


NATirinhas - NAT Bespaloff

23 de abr de 2017

A Corrente do Bem - Faça


Se todos de fato utilizassem o que de melhor tem, se utilizassem o talento que possuem (sim, você tem um talento único, acredite!), ah, não teríamos que nos preocupar com baleia azul ou com seriados da Netflix que falam sobre suicídio ou depressão, tristeza. Sempre esperamos o gesto de afeto do outro, tipo: "Se o outro não faz por mim, por qual motivo vou fazer por alguém?" Não pense assim, apenas faça. Faça! Você não tem noção do quão importante é a sua presença para alguém que passa por um momento difícil, ou quer compartilhar uma conquista, ou divagar sobre suas incertezas, seus medos, sei lá, mania chata de criar muros ao invés de pontes. Sério, você não tem noção quão significativo seria receber um gesto de carinho seu, simples, porém sincero e de coração. Hei, você é ESPECIAL SIIIIM e não é preciso se vestir de um coração gigante e ficar pulando na porta da casa de alguém cantando músicas bregas, poxa, só é preciso te ver na porta com um sorriso e um chocolate (ou coxinha) nas mãos: "- Hei, vamos conversar?". Ou receber uma mensagem para recordar um momento no qual te marcou: "- Lembra aquele dia? Aquele dia você fez a diferença na minha vida". Ou abrir o coração e falar sobre sentimentos. Há momentos que todos parecem tão frios e focados em trabalho, trabalho, trabalho e passam horas com a cara emburrada sem sequer perceber um colega com lágrimas nos olhos. "Oras, mas tenho prazos". Sim, não menosprezando seus prazos, são importantes, mas nós (eu e você) temos nossos próprios prazos, digo, prazo de validade. Não espere ter tempo para demonstrar a gentileza ao entregar flores no túmulo de alguém especial, não espere o último instante, não perca o prazo, faça hoje. Faça sua vida e a vida de outro alguém valer a pena. Distribua gentilezas, crie um propósito que enriqueça a sua existência com amor. Colecione lágrimas de felicidades, acumule recordações de gentilezas e contribua para que a vida de outro alguém se torne mais leve e prazerosa. Somos instantes e incertezas, porém acima de tudo... somos amor!
  [Texto: Nat Bespaloff - Natirinhas]

<3 


21 de abr de 2017

Bem-vindo


Com você, veio a pausa para respirar, para assimilar o verdadeiro significado de existir. Lutamos contra os monstros do dia a dia e, agora, o bicho papão não é tão feio, muitas vezes surge com um sorriso, um abraço amigo, mas... hei, calma! Calma, serzinho, com você o mundo pode parar e respirar, voltar a caminhar nos trilhos, a ter mais cor e sentido. Com você, adultos amolecem o coração e percebem que ainda são crianças e que outros adultos também são, todos brincando de ganhar a vida, tudo sem perceber que ela já é ganha no momento que respiramos e você, pequeno ser, me fez pausar o mundo e sentir a paz na simplicidade do ato de amar. Saiba que agora respiro e percebo o quão bela a vida é, o quão complexa, pois o mundo gira tão rápido e muitas vezes perdemos oportunidades de dizer que amamos, que sentimos falta, que temos medo. Corremos o grande risco de tornar a nossa existência algo tão banal e corriqueiro, sei lá... Adulto é uma criança estranha! Às vezes, esquecemos de sorrir com o coração e mantemos o sorriso apenas nos lábios, enquanto no coração há uma pontada de tristeza. Nos machucamos mentindo sobre nosso próprio estado de espírito, pois achamos que demonstrar fraqueza e sentimento é algo infantil (ok que alguns 'adultos' não sabem brincar de lealdade e respeito, mas a vida ensina a selecionar). Hei, pequeno ser, saiba que o mundo ficou muito melhor com a sua existência. Sei que com a minha também, mas veja bem... Não perca a vida tentando ganhar a vida, pois ela já é um presente no instante em que você surgiu, sorriu e o mundo de alguém coloriu. Seja cor na vida de quem cruzar o seu caminho. Seja o presente na vida de quem for, aliás... que seus gestos sejam sempre 'com' e 'por' amor! [Texto: Nat Bespaloff - NATirinhas]
 


Pode vir, segunda-feira

NATirinhas - NAT Bespaloff

13 de abr de 2017

Milagre


A gente fica esperando por GRANDES milagres na vida, super-heróis com superpoderes e nos esquecemos dos pequenos milagres que, na verdade, são TÃO VALIOSOS e necessários.
O milagre da amizade.
Esse milagre não abriu nenhum mar, mas nos permitiu escolher irmãos de coração!
E, caramba, que milagre maravilhosol!
[Nat Bespaloff - NATirinhas]

Sinto falta sua


"Sinto falta sua"
Escrevi sem me preocupar com a gramática, a ordem, aliás... pra que ordem se tudo é bagunça e DESORDEM?
Dane-se!
Assim que enviei este e-mail, sei lá, senti um frio na barriga e chorei.
É, chorei e chorei, pois você sabe, me conhece, sou uma rebelde chorona, não tem jeito.
Sinto falta das nossas conversas, que nos últimos meses tornaram-se tão raras, estranhas, parecíamos duas desconhecidas, sei lá. Sei que considera tudo um grande vitimismo da minha parte, mas eu sinto e sinto muito. Sei que você sente e sente muito, talvez seja por isso que tivéssemos tantos conflitos. No último ano, consigo enumerar minha lista de decepções e sei que você também consegue: A vida mudou drasticamente.
Talvez eu não tenha maturidade o suficiente para lidar com isso, na verdade, acho que não tivemos maturidade para lidarmos com as mudanças e...
Talvez fosse o momento que mais precisássemos uma da outra.
Algumas das minhas conversas mais profundas foram com você, mas agora é tudo silêncio.
[Silêncio].
Soube que perguntou sobre mim para outra pessoa, foi o que ouvi. Não sei bem ao certo o que disseram. Evito perguntar sobre você, por mais que queira, porém não sei como esse meu interesse sobre sua vida pode chegar em seus ouvidos, a gente sabe bem como as pessoas gostam de se intrometer e bagunçar tudo. A gente sabe. Permitimos que as paranoias chacoalhassem tudo e nos perdemos no meio desse caos.
Também prometi nunca mais saber sobre a sua vida, estou tentando manter a promessa, mas ainda desejo coisas boas.
De qualquer forma, "sinto falta sua" do meu jeito desorganizado, torto e esquisito.
Sempre que dizem que a vida é muito curta, que somos instantes, sei lá, rompimentos sempre me vem a mente, nossa amizade surge. A argila trincou, quebrou, virou pó. Mas mesmo assim: "Sinto falta sua" [Nat Bespaloff - NATirinhas]
 


12 de abr de 2017

Tchau


Se soubesse que depois daquele nosso abraço nunca mais te veria e tudo seria decadência da nossa amizade, não sei, talvez eu jamais te soltaria. Tem horas que penso no momento que nos perdemos e não sei como poderia agir diferente, a vida com suas mudanças foi nos empurrando para o precipício e, veja só, tudo acabou. Chorei, mas você já deve saber (ou não), sou chorona e não mudo. Apesar que não sei se você realmente me conhece. Conhece? Amo nossa amizade, mesmo sabendo que ela não existe mais, cada lembrança é uma pontada no coração, mas sou grata por tê-la conhecido e dividido minha vida. Agora a gente cai do precipício, a queda é aterrorizante e não consigo enxergar seu rosto, você está bem? Você também caiu nesse meu precipício? Não te vejo mais. [Texto: Nat Bespaloff]


Natirinhas - Nat Bespaloff

11 de abr de 2017

Mutirão de amor


Já recebi algumas mensagens assim: "Oh, fulano está triste, seria legal você falar com ele..." E é bom saber que nessa minha vidinha bobinha, há um superpoder de colorir o dia de alguém. Já participei de mutirão para arrecadar alimento pra quem tem fome; é legal, é bom ser útil. Mas e quando a fome não é só física? E quando a fome é espiritual, é de alma, é de presença, é de esperança? Mutirão de abraços? Mutirão de mensagens de carinho? Mutirão de amor? Oferecemos comida quando a barriga do coleguinha ronca, mas e quando os olhos do colega marejam? E quando a voz do outro embarga e não sai? E quando o silêncio consome? Há fome de significado, de ânimo, de luz. Há fome de mutirão de amor! Há fome de palavras da alma. Sinceramente? Fico farta de mensagens copiadas e coladas, pois não há significado e cuidado. Isso me enche, me estufa, não há vitamina para a alma. São mensagens congeladas, processadas, artificiais. Falta mutirão de amor, de tempo para o outro, de olhar COM e PARA a alma. Falta! Falta aqui, ali e em todo o lugar.
  [Texto: Nat Bespaloff - NATirinhas]


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